Para ser implementado o processo dentro de mudanças no ensino, não seria algo de um dia para o outro, o processo seria demorado, e aos poucos seriam implementados na educação, os professores também teriam um papel muito importante dentro de sala de aula, pois quando eles favorecem a equidade e a iniciativa, a cultura de sala de aula também muda. Outro ponto é a tecnologia, que facilita e dificulta ao mesmo tempo, para pessoas que possuem pouco acesso a essas informações, as escolas teriam que possuir um investimento na área mais carente para que as crianças também consigam ter facilidade em acessar as informações.


Para discorrer a respeito desses aspectos relacionados com o engajamento e protagonismo do aluno vou discorrer no âmbito da educação básica, fundamental, médio e superior. Em cada um desses momentos da vida do aluno observa-se que na educação básica é onde ocorrem os maiores desafios uma vez que a criança é um observador e construtor. Sendo a criança uma observadora e experimentadora de todos os processos que a cercam. Se torna um desafio o engajamento e o protagonismo da criança na construção do conhecimento "aprender a aprender" e naturalmente percebe-se que as crianças demonstram uma facilidade muito grande com as novas tecnologias não só as digitais, entretanto essas são que as que despertam no primeiro momento mais atenção delas, e diante desse novo horizonte surgem as indagações de como podemos prover a tecnologia de forma que permite alcançar novos patamares no ensino, principalmente na fase do desenvolvimento cognitivo, alfabetização, leitura, interpretação e na própria compreensão das relações que criança forma. Assim, entendo que a tecnologia agrega novas possibilidades a cada momento e essa interação da criança deve ser monitorada e parcialmente controlada, visando a segurança das mesmas.

A questão dos recursos é um problema sério. Pois muitas vezes reclamamos alegando que o governo não libera recursos para educação, quando na verdade não entendemos bem como funciona o orçamento público Brasileiro que é altamente deficiente o que dificulta empregar o recurso com eficiência. Pois o modelo CHILENO de orçamento público é bem mais evoluído que o nosso.

Desta forma, as armas tecnológicas e a mão de obra qualificada tem que andar lado a lado, pois uma não funcionaria sem a outra, seria uma aprendizagem deficiente, pois não adianta ter recursos tecnológicos se não tiver profissionais aptos para instruir e dar uma base de qualidade para o aluno, e também seria muito difícil ter o melhor profissional da área, mas não ter os recursos necessários para uma melhor qualificação.

Hoje, nessa era digital, os meios tecnológicos é um grande atrativo para essa geração, e com isso se torna uma ferramenta poderosa para o ensino, usando-as como estratégias para cada um desenvolver suas habilidades e ter cada vez mais sede de buscar conhecimentos de uma maneira apta para todos.

Nao só reclamando da corrupção mas também como somos iniciantes na questão de montar projetos eficientes. Pois muitos recursos públicos retornam para o governo pelo fato das instituições não conseguirem montar editais de qualidade. É necessário que a utilização das tecnologias como recursos e aliada da educação, e sem investimento as escolas não poderão possuir esses tipos de recursos.

Acredito que o recurso público quando destinado para educação deveria ter uma forma diferente de auditoria e controle, pois sao diversos os casos de corrupção com problemas na compra de materiais escolares, merenda, transporte escolar.

Concordo em que o estudante deve ser autônomo e ativo no seu processo de aprendizagem acrescentando o papel do educador como de mediador nesse processo. Sobre a consideração a respeito das dificuldades com a tecnologia, acredito que deverá ser oferecido cursos de formação continuada para que os professore possam estar acompanhando o desenvolvimento desses recursos que cada vez mais estarão inseridos na sala de aula.

A educação precisa acompanhar o desenvolvimento tecnológico da nossa sociedade e usar essas tecnologias como recursos a favor dos processos de ensino. É necessário entender que o aluno de hoje tem mais acesso as informações e por isso é autônomo na busca do conhecimento. O professor deve mediar essa busca para que o aluno não desvie dos seus objetivos, e deve ser dada essa autonomia para que o aluno se desenvolva a partir de conteúdos e assuntos significativos para ele.