PROJETO PARTICIPAR


O programa de computador educacional Participar faz parte de uma suíte de softwares e é uma ferramenta pedagógica complementar ao trabalho já desenvolvido pelos professores atuantes no processo de alfabetização de jovens e adultos com deficiência intelectual. O objetivo é ampliar as possibilidades de comunicação alternativa do estudante por meio do uso de computadores. Esta versão do programa apresenta novas atividades contextualizadas, com expansão do conteúdo. Ressalte-se que a alfabetização é um dos requisitos importantes para propiciar uma melhor autonomia e possível inclusão social.

Para saber mais clique aqui:
https://www.projetoparticipar.unb.br/

Formação Docente

Trabalho de conclusão de curso de dois alunos da Ciência da Computação da Universidade de Brasília, ajuda na alfabetização de adultos com deficiências intelectuais e inclusão deste público na internet e nas redes sociais. Batizado de Projeto Participar, o programa desenvolvido por Tiago Galvão e Renato Domingues, sob a supervisão do professor Wilson Veneziano, é distribuído nas escolas mantidas pela Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (APAE).

Facilidade no Acesso

Para garantir que os alunos se familiarizem com o software, os desenvolvedores convidaram um rapaz e uma moça, com Síndrome de Down para gravar os vídeos que explicam as atividades. "Isso cria um laço com quem usa o programa. Ele se torna menos hostil", acredita Maraísa Borges. A especialista ressalta que os deficientes intelectuais não se resumem a quem tem Síndrome de Down, mas sim a todos que têm dificuldades cognitivas de aprendizagem. "Eventualmente o programa pode ser usado até por pacientes com Alzheimer, por exemplo."

Veja como funciona

Aqui você assiste um gameplay do software Participar!!
https://youtu.be/lPr1sH5GfGU

Expansão

Parceira do projeto, a Secretaria de Educação também estuda a possibilidade de adotar o programa nos 13 centros de educação especial da rede pública de ensino do Distrito Federal. "É um público grande que pode se beneficiado por um programa voltado para adultos, que não é infantilizado", afirma Maraísa Borges Pereira, pedagoga da Coordenadoria de Educação Inclusiva da Secretaria de Educação, que participou das discussões para execução do projeto.